No longo caminho de construir o senso de quem somos, Caminho das Águas é uma pausa breve e despretensiosa para você buscar respostas para duas perguntas:

~~ O que é ser Mulher, para mim? 
~~ E o que pode ser? 
 

Um fluxo de 4 encontros quinzenais, às terças-feiras de manhã em Abril e Maio, que te convida para Investigar, Regenerar e Corporificar sua identidade feminina, de um jeito leve, profundo e criativo.

 

Por quê investigar e reconhecer minha identidade feminina?

Ser mulher ou homem é uma das primeiras diferenciações que experimentamos em nosso caminho de construção de identidade. 

Começamos vivendo essa diferenciação de fora para dentro: outros nos dizem o que é ser mulher ou homem, e absorvemos, sem entender que sentido essa diferenciação realmente faz para nós — e que potências estão também escondidas na polaridade feminino/masculino. 

São vozes claras, ainda que pouco declaradas — crenças, estereótipos, regras sociais —, propagadas em repetição e sem reflexão, que formam nosso repertório particular de símbolos que moldam a identidade feminina de cada uma. 

Você deve ter ouvido essas vozes em sua criação como criança, adolescente, na escola e faculdade, no mercado de trabalho. Nas relações amorosas. Na rua. Nas propagandas, novelas e filmes. Nas mídias sociais. Você sabe do que estamos falando: consegue nomear uma? 

Há, também, outra camada de informação sobre o que é ser mulher, mais sutil e fresca, e que tem a ver com as potências desta identidade. 

Essas também são vozes que falam e dão direção para nossas emoções, possibilidades e comportamentos, muitas vezes sem nos darmos conta. São imagens cheias de vibração e magnetismo, ligadas à essência da dualidade feminino/masculino, capazes de puxar nosso desenvolvimento para uma certa direção que sabemos ser benéfica ao nosso crescimento.

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Você sabe dizer o quanto essas vozes moldaram a mulher que você se tornou?

E a sua própria voz: você gostaria de poder dizer, por si, que mulher você é e para onde quer crescer? 

Gostaria de sentir sua identidade feminina cheia de potência no seu corpo e no seu fazer, regenerando suas relações? 
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Como Funciona:

No Caminho das Águas você poderá conhecer melhor as águas que formam seu entendimento como mulher.

São 4 encontros quinzenais, às TERÇAS-FEIRAS DE MANHÃ de ABRIL e MAIO, das 9-12h, nas seguintes datas:

27/03
10/04
24/04
08/05


No fluxo de 4 encontros quinzenais de manhã (imaginem que delícia... ♥ ) escolhemos tocar em alguns temas centrais para o reconhecimento do feminino:

Encontro 1, 27/03: Reconhecimento da Biografia pessoal como Mulher: Arquétipos e Estereótipos principais, e transmutação do que está distorcido; Ancestralidade e devir; Ciclos e inteligências regentes de cada movimento

Encontro 2, 10/04: Construção da identidade através da relação Feminino/Masculino

Encontro 3, 24/04: Capacidade de Receber: prazer, sensualidade e sexualidade feminina

Encontro 4, 08/05: Sermos mulheres: sororidade, cooperação, valorização mulher-mulher. 
 

Informações Práticas:

Quanto: R$ 320,00 o pacote com os 4 encontros ou R$ 100,00 o encontro avulso, sujeito a vagas.

Sempre dá para se inscrever em um encontro avulso, não importa se o Caminho das Águas já tenha começado.

Local: casa da Noetá: rua Afonso José de Carvalho, 164, Vila Madalena.

Vai ser uma delícia.... ♥ 


Abordagem:

Os encontros terão um balanço entre Experimentação (corporal e sutil), Reflexão e Informação (conhecimento conceitual). 

Para isso, usaremos abordagens e ferramentas de nosso repertório como facilitadoras de processos de desenvolvimento e de nossas próprias buscas como mulheres, como:

- Coaching para Mulheres
- Teatro da Presença Social
- Jornada da Heroína
- Conselho das Anciãs das 13 Luas
- Arquétipos do Tantra
- Danças Circulares
- Exercícios de Psicossíntese
 

O que esperar?

Ao final do Caminho das Águas você pode esperar:

- Repensar seu entendimento sobre o que é ser mulher, já que isso é parte fundante da sua identidade; mas, agora, mais apropriada daquilo com o que você se identifica como mulher, de dentro pra fora

- Recriar seu posicionamento em suas relações, para uma postura mais coerente com quem você se identifica agora como mulher

- Conhecer mais da sua história de construção do senso de ser mulher e se apropriar de cada passo

- Ter um novo olhar para as mulheres da sua vida e as que ainda vão chegar

- Ter um novo olhar para a dinâmica feminino/masculino, de cooperação e complementaridade.

 

Quem convida:

Como acontece com muitas de nós, em certo momento de suas vidasDaniela Kolhy Ferraz e Rita Monte reconheceram que não sabiam dar suas próprias respostas às perguntas: 

- O que é ser mulher? 
- A mulher que tenho sido até agora: tem a ver comigo, satisfaz minhas buscas mais genuínas? 
- Qual a expressão dessa mulher que pulsa em mim, que eu ainda não deixei emergir, que tem muito a oferecer e que não aguenta mais ficar achatada por vozes que não são minhas? 

Cada uma seguiu um caminho pessoal de busca, encontro e reinvenção de suas próprias identidades femininas, muito profundo e transformador. 

Agora, se encontram para oferecer o melhor que sabem fazer — facilitar processos de mudança — a serviço da construção de um senso de ser mulher mais genuíno e livre para cada participante, nós incluídas! ♥ 

Daniela Kolhy Ferraz é mulher, mãe solo, profissional, entre tantos outros papeis sociais. Buscadora - de si mesma, da essência, do movimento genuíno de desabrochar humano. Multiplicidade de referências moldando o caminho – ciências, artes do movimento, filosofias, tradições espirituais. O encontro consigo mesma e com as outras mulheres na Teia de Thea (Brasília), nas danças em círculo, nas histórias dançadas, reconhecendo e expressando as inteligências do corpo-mente-espírito. Professora autorizada do teatro da presença social (SPT Teaching Team coordenado por Arawana Hayashi), formada pelo Presencing Institute nos Fundamentos da Teoria U e no Social Presencing Theater - SPT Global Community (SPT Advanced Program). Facilita processos de inovação social desde 2008. Experiente no uso de abordagens que integram os aspectos cognitivos, afetivos, físicos e sociais nos processos. Bacharel e licenciada em Ciências Biológicas (USP), PhD em Ecologia (UNICAMP), também atuou no campo das políticas públicas de educação ambiental.

Rita Monte é mulher, mãe de um gurizim incrível, companheira de um homem com quem escolheu crescer junto. Descobriu que só sabe fazer bem facilitar processos de vir-a-ser quem a gente mais tem saudades de ser. Coach por vocação e ofício, desde 2006 facilita processos de aprendizagem e desenvolvimento de pessoas e organizações. A maternidade foi portal para revelar faces esquecidas de sua identidade feminina e, desde então, orientou sua vida e trabalho para este tema, sendo Coach para Mulheres e Mães em Transição. Criadora do CGM - Coaching em Grupo para Mães e do Entre Nós - Escuta e Diálogo entre Pais e Mães, com seu companheiro. Graduada em Direito (PUC) e Jornalismo (USP), pós-graduada em Direitos Humanos (USP), Gestão da Comunicação (USP) e Yoga (FMU e Tantra Yoga pelo Instituto Visão Futuro). Especialista em Psicossíntese (Centro de Psicossíntese de SP), Fenomenologia Goetheana (Instituto Fonte e Proteus Initiative) e História da Música e sua influência sobre o desenvolvimento humano (com Andrea Drigo, Humana Harmonia). Faz parte da comunidade global Art of Hosting e é iniciada em Tantra Yoga desde 2008. 

+ sobre as facilitadoras:

http://movimentoverdadeiro.com.br/
http://www.ritamonte.com/
 

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